O Grande Dave - Meet Dave / Starship Dave

Postado em Cinema com categorias, , , , , , às Agosto 10, 2008 por tonyvinicius

Em busca de uma saída para evitar a destruição de seu planeta, seres extra-terrestres chegam à Terra. Eles possuem a forma de seres humanos, mas são bem menores. Para observar e aprender sobre a rotina terráquea eles passam a abrigar naves que tem o formato de humanos normais. Uma delas é Dave (Eddie Murphy), que precisa agir como uma pessoa normal para não despertar suspeitas.

Informações Técnicas
Título no Brasil: O Grande Dave
Título Original: Meet Dave / Starship Dave
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento: 2008
Estréia no Brasil: 08/08/2008
Site Oficial: http://www.ograndedave.com.br
Estúdio/Distrib.: Fox Filmes
Direção: Brian Robbins

Elenco
Eddie Murphy … Dave Ming Cheng / The Captain
Elizabeth Banks … Gina Morrison
Gabrielle Union … No. 3 – Cultural Officer
Scott Caan … Officer Dooley
Ed Helms … No. 2 – 2nd In Command
Kevin Hart … No. 17
Mike O’Malley … Officer Knox
Pat Kilbane … No. 4 – Security Officer
Judah Friedlander … Engineer
Marc Blucas … Mark Rhodes
Jim Turner … Doctor
Austyn Myers … Josh Morrison
Adam Tomei … No. 35
Brian Huskey … Lieutenant Right Arm
Shawn Christian … Lieutenant Left Arm

Trilha Sonora
“Protect Ya Neck”
Escrita por RZA, Inspectah Deck, U-God, Method Man, Raekwon, Ghostface Killah, Ol’ Dirty Bastard, The GZA
Interpretada por Wu Tang Clan

“Stayin’ Alive”
Escrita por Barry Gibb, Robin Gibb e Maurice Gibb
Interpretada por Eddie Murphy

Era uma Vez… - Era uma Vez…

Postado em Música com categorias, , , , às Agosto 10, 2008 por tonyvinicius

Os jovens Dé (Thiago Martins) e Nina (Vitória Frate) se conhecem na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, e acabam se apaixonando. O problema é que o casal vivem realidades sócio-econômicas opostas e, juntos, experimentam as alegrias, emoções e dificuldades de viver este romance tão improvável.
Ficha Técnica
Gênero: Drama
Duração: 118 minutos
Origem: Brasil
Distrubuidora: Sony Pictures
Direção: Breno Silveira
Produção: Pedro Buarque de Hollanda, Breno Silveira
Fotografia: Dudu Miranda, Paulo Souza
Elenco: Thiago Martins, Vitoria Frate, Rocco Pitanga, Paulo César Grande.
Mais Informações sobre o filme: www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/eraumavez/index.php

Joe Satriani

Postado em Música com categorias, , às Agosto 9, 2008 por tonyvinicius

Desde o seu aparecimento em 1986 com o seu primeiro álbum, Joe tornou-se na voz da guitarra mais reconhecida do seu tempo, ganhando o seu lugar ao lado dos grandes mestres do rock. Como um artista instrumental, as realizações de Satriani são notáveis: É talvez o instrumentista mais bem sucedido na história recente do rock, vendendo milhões de cópias e enchendo salas de espectáculo - contudo preservando sempre uma visão musical forte, bem como o respeito pelos músicos, seus colegas de profissão e pelos fãs da sua musica em todo mundo.

A oferta de Satriani está em criar música instrumental altamente evoluída, usando a estrutura de canções padrão populares que permitem que os ouvintes descubram melodias “tuneful” antes de “dazzled” pelo seu musicalismo aclamado. Seus pontos de referencia estão num morno, tom bluesy e frasear delicado, combinados com os estouros da facílidade técnica, para além dos padrões ajustados por gerações de grandes músicos do rock antes dele.

Joe Satriani nasceu em Westbury, New York, e começou a tocar guitarra aos 14 anos. Em 1971 dava aulas de guitarra, um dos seus estudantes foi Steve Vai.

Em 1974, Joe estudou com dois mestres do jazz moderno, o guitarrista Billy Bauer e pianista/compositor Lennie Tristano; quatro anos mais tarde, mudou-se para Berkeley, Califórnia, onde iniciou uma carreira de 10 anos a ensinar guitarra, como seus estudantes inclui-se: David Bryson (Counting Crows), Kirk Hammett (Metallica), Larry LaLonde (Primus), e Charlie Hunter, entre outros. Em 1984, Joe lança um EP de cinco musicas auto-intitulado com sua própria etiqueta “Rubina”, no seguinte ano termina o seu primeiro álbum “Not of This Earth”, que foi financiado com um cartão de crédito e lançado em 1986 pela Relativity Records.

Em Outubro 1987, Relativity lança o segundo álbum de Satriani “Surfing With The Alien”. O álbum transformou-se num fenómeno global, chegando a platina, com mais de um milhão cópias vendidas nos Estados Unidos., sozinho e com o seu rosto nas capas de revistas como: “Guitar Player”, “Musician”, “Guitar World” e em dúzias de outras publicações internacionais. “Surfing With the Alien” foi a solidificação da carreira, onde demonstrou a sua perícia na composição, na guitarra e na criação de talentos. Consequentemente, transformou-se no registo de rock instrumental mais bem sucedido desde o álbum “Wired” de Jeff Beck.

Os álbuns seguintes de Satriani - incluindo “Flying in a Blue Dream” , “The Extremist”, “Time Machine”, “Joe Satriani”, que foi produzido pelo lendário Glyn Johns - despertaram a atenção comercial e da grande critica. Não são apenas os fãs que se sentem atraídos pelo seu “feeling” e tom único: Instrumentistas de todos os tipos de musica foram atraídos pelo trabalho de Satriani.

Após Joe ter formado a sua banda, Mick Jagger em 1988, convida Joe como guitarrista solo para a sua primeira torné sem os “Rolling Stones”. Em 1994, os Deep Purple convidam Satriani para participar como guitarrista solo na sua torné pela Europa e Japão. Em 1996, na torné G3 - com: Joe Satriani, Steve Vai, e Eric Johnson - deram 24 concertos a 90.000 fans da do Norte, uma tourné documentada no álbum “G3 Live in Concert” e em vídeo (ambos Epic). Em 1997, Joe une-se com o grande guitarrista de jazz Pat Martino para gravar duas faixas, ” Ellipsis ” e ” Never and After,” para a aclamada colecção “all-stars” de Martino “All Sides Now” (Blue Note); no verão do mesmo ano ele esteve de volta para uma segunda tourné do G3, com Steve Vai (co-starring), Kenny Wayne Shepherd e Robert Fripp.

Depois de duas décadas de trabalho, este é um músico que quer ainda mudar o rock convencional para algo nunca ouvido antes.

Mais informações: http://www.satriani.com.pt/index.html

Super Heróis Marvel

Postado em Televisão com categorias, , às Agosto 2, 2008 por tonyvinicius

Alguns personagens dos quadrinhos da editora americana Marvel Comics, foram levados para a TV nos anos 60. Em 1967, foi lançado Os 4 Fantásticos - em associação com a Hanna-Barbera - e a primeira versão do Homem-Aranha, associada à Krantz Films.

Mas, um ano antes, 1966, foram produzidos os primeiros “Marvel” televisivos, para programa “Marvel Super Heroes Show”. O Incrível Hulk, Capitão América, O Poderoso Thor, Namor - O Príncipe Submarino e O Homem de Ferro revezavam-se nos dia da semana com 13 histórias cada, divididas em três partes de cinco minutos.

Stan Lee foi o responsável pela criação dos desenhos. Associou-se com os produtores Steve Krantz e Bob Lawrence, da Grantray-Lawrence/Krantz Films. Os produtores viriam a produzir ainda outros dois clássicos em 1967: o já citado O Homem-Aranha (lançado no Brasil pela TV Bandeirantes) e Super Robin Hood.

Os “Marvel” de 1966 são puras adaptações das revistas em quadrinhos, o que resultou em animações muito lentas, com movimentos mínimos. A Grantray-Lawrence simplesmente ampliou os desenhos dos quadrinhos, por ter um orçamento limitado.

O que se vê são personagens estáticos que não andam, mas deslizam; diálogos em que só as bocas mexem; simples piscadas de olhos durante closes, e ainda, cenas que foram aproveitadas em vários episódios. Junto com efeitos sonoros de socos, por exemplo, surgem onomatopéias grafadas na tela, tais como “Pow!”, “Soc!” e “Bong!”. A série Batman, do mesmo ano, também se utilizou do efeito.

No ano seguinte, o orçamento melhorou e O Homem-Aranha teve sua produção mais caprichada. Mas, as adaptações dos quadrinhos para a tevê só não ocorreram no caso de Namor. Em 1966, suas histórias em quadrinhos ainda não haviam sido publicadas suficientemente para a adaptação e uma equipe de desenhistas e argumentistas foi convocada. Entre esses convocados, estava Doug Wildey, criador de Jonny Quest, e Alex Toth, criador de vários desenhos, como Space Ghost. Assim, 13 histórias foram produzidas com exclusividade para a tevê.

Mesmo com a pobre animação, os “Marvel” são “cults” e fizeram muito sucesso no Brasil. Quem passou sua infância ou juventude no fim dos anos 60, durante os anos 70 ou início dos 80, certamente sente saudades.

Os Marvel Super Heroes estrearam no Brasil em 1967, pela TV Bandeirantes (SP), TV Rio, TV Belo Horizonte e TV Alvorada (DF). Sob o título de Super-Heróis Shell, foram patrocinados pela rede de postos de gasolina. O extremo sucesso dos Marvel se deve à grande campanha de marketing coordenado que os desenhos receberam. Talvez a primeira grande campanha dos anos 60, junto com a Jovem Guarda.

A Ebal (Editora Brasil-América) adquiriu os direitos dos personagens e fez uma parceria com os Postos Shell, lançando edições especiais (números zero) de três revistas que seriam lançadas nas bancas nos meses seguintes: “Capitão Z”, com Homem de Ferro & Capitão América, “Super X”, com Namor & Hulk; “Álbum Gigante”, com Thor.

Os Super-Heróis Marvel saíram do ar por alguns anos fora da tevê e só voltaram pela TV Tupi, no programa Capitão Aza, em 1975. Nos anos 80, foram exibidos pela TV Globo e no “Pullman Júnior”, da TV Gazeta de São Paulo.

Os Heróis Marvel passaram por várias dublagens no Brasil. Mas a original foi primorosa, motivo de orgulho e saudade. Foi gravada pela pela Rio-Som e utilizada até a primeira redublagem, em 1982 pela Herbert Richers, quando a TV Globo passou a exibir os desenhos. Ainda sobre a primeira dublagem, o narrador de todas as histórias era o atual apresentador esportivo Léo Batista, da TV Globo. A dublagem da Herbert Richers, também foi um trabalho muito bem elaborado.

Outras dublagens

Em 2001, o já extinto canal pago Fox Kids, passou a exibir O Homem de Ferro em suas noites. Um ano depois, era vez de O Poderoso Thor estrear na TV paga também. Depois de quase 20 anos, esses heróis brilhavam novamente nas telas brasileiras, mas com novas dublagens. Além disso, os episódios - que originalmente eram divididos em três partes - foram emendados como um todo. Mas, o quesito “imagem” levou nota 10! Todos os Super-Heróis Marvel foram remasterizados, resultando numa qualidade incrível.

O Homem de Ferro e O Poderoso Thor foram redublados pela Marshmellow, deixando de lado todo aquele charme dos desenhos, mesmo tendo em seu “cast”, grandes nomes da dublagem, como Emerson Camargo (National Kid) e Borges de Barros (Dr. Smith/Perdidos no Espaço).O Poderoso Thor foi dublado mais uma vez ainda (!) para ser exibido em 2002, pela TV Record, aos domingos.

Temas de abertura

O que fez a dublagem original ser mais valiosa ainda, foram os temas musicais das aberturas. Todas cantadas em português e com letras adaptadas por Abdon Torres, foram gravadas sete músicas, incluindo as duas do programa Super-Heróis Shell (você poderá ouvir e lê-las ainda nesta matéria). As canções eram carregadas com gírias dos anos 60, tais como “barra-limpa”, “brasa”, “tira a onda”, “é lenha pura” e “papo firme”.

A abertura do desenho Capitão América no Brasil era exclusiva. As imagens foram diferenciadas da abertura original. Quando os Heróis Marvel retornaram à TV em 1975, no Clube do “Capitão Aza” (Tupi), a abertura brasileira não entrava mais no ar. Talvez tenha se perdido ou algo semelhante. Assim, o Capitão América passou a entrar no ar com a abertura original em inglês. É por esse motivo que muitos fãs não se recordam da abertura em português do desenho. Em compensação, nos idos de 1982, outra letra para a abertura do “Capitão” foi composta na redublagem. (Na seção Multimídia, você pode ouvir as aberturas nas 2 versões). Esse caso é semelhante ao do desenho O Homem Aranha (Marvel/1967), que quando passou a ser exibido na TV Tupi, por volta de 1976, perdeu a abertura com a música cantada em português.


Título: Super-Heróis Marvel/O Clube Marvel (Marvel Super-Heroes/1966/EUA/Cor)

Criação: Stan Lee

Produtora: Grantray-Lawrence/Krantz Films

Formato: 5 séries de 13 episódios divididos em 3 partes cada

Dublagem: Rio-Som/RJ; Herbert Richers/RJ, Marshmellow/SP

Texto: Maurício Hitchcock

Fonte: Retrô TV - http://retrotv.uol.com.br/

Franz Ferdinand

Postado em Música com categorias às Julho 27, 2008 por tonyvinicius

Franz Ferdinand é uma banda formada por quatro rapazes de Glasgow, em 2001. Aliás, a pessoa que deu nome à banda existiu: Francisco Ferdinando foi um arquiduque austro-húngaro, cujo assassinato deu início a I Guerra Mundial.

Bob Hardy (baixo), Nick MacCarthy (guitarra), Paul Thomson (bateria), e Alex Kapranos (vocal e guitarra) lançaram um EP independente em 2002, que garantiu, no ano seguinte, a contratação pelo selo Domino.

No ano de fundação da banda, Hardy e Kapranos já pensavam em fazer música, quando resolveram convidar McCarthy. Este último, um pianista clássico e baixista, que tocava bateria em outro grupo, mesmo sem ter nenhum conhecimento anterior com o instrumento. Para completar a banda os três convocaram Paul Thomson para assumir a bateria. Mas ele também tocava guitarra então, eles eventualmente trocavam de instrumentos.

Os ensaios aconteciam na casa de McCarthy até que encontraram um armazém abandonado que logo levou o nome de Chateau. Neste lugar, alem de ensaiar, eles faziam festas na qual uniam música e arte. Isso por que Hardy é formado na Glasgow School of Art, e Thomson sempre posava como modelo.

O primeiro disco da banda rendeu o apelido de “Scottish Interpol”, depois disso eles ficaram o resto do ano acompanhando bandas como o Hot Hot Heat e Interpol. “Franz Ferdinand”, lançado no início de 2004, deu ao grupo inúmeros prêmios graças a canções como “Take Me Out”.

Um ano depois o grupo anunciou o lançamento do segundo disco da carreira. Batizado de “You Can Have It So Much Better” o material chegou às lojas internacionais no mês de outubro, reunindo faixas como “The Fallen”, “Walk Away” e “Fade Together”.